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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

SIM, EU ACREDITO EM ANJOS

"Inspirado em sentimentos reais, dedicado a um anjo real."

É verdade, eu acredito em anjos.

Não me refiro à integrantes de falanges celestiais, representados por figuras estereotipadas de crianças com asas e auréolas; mas, anjos humanos.

Do contrário, como explicar que seres humanos tenham um grau de desprendimento e doação que os faça surgir do nada nas nossas vidas, iluminando com sua alegria quase constante e seu sorriso fácil, honesto e autêntico, alguns dos nossos dias mais cinzentos?

Como acreditar que alguém desenvolva tamanha empatia por outro ser humano, que apenas e tão somente vendo pela vez primeira, transmita a sensação de “amizade ancestral”, como se conhecesse desde os tempos imemoriais; e mais, que gosta de você desde sempre?

Há anjos humanos. Por essa razão, algumas pessoas “acontecem” nas nossas vidas e... é como se estivessem lá, sempre – é assim que sentimos e lembramos.

Como se “mais-que-parentes” fossem, revelam um gostar, uma ligação, uma amizade; por que não dizer: um amor! Um amor de origem desconhecida, sem motivos aparentes, sem ligação racional; é puro afeto, respeito e alegria.

Há anjos de luz. Luz se origina não se sabe de onde e se projeta no brilho do olhar, na amplitude do sorriso, no calor calmo do abraço, no gesto mínimo e despretensioso que finda por ser mais eloquente que qualquer discurso elaborado.

Cuja sensibilidade, infinitamente mais destacada cala com um olhar terno – ainda que só por alguns segundos, uma grande dor, um enorme sofrimento, uma angústia cruel.

E é com simplicidade encantadora, que tais anjos despertam algo de bom em todos com quem têm contato. Conquistam afeto e admiração; e semeiam, com sua alegre presença os mais inesperados sorrisos. Semeiam o bem; por que fazem aflorar em cada um que seu caminho tem a felicidade de cruzar, o que de melhor existe em si. Provocam e instigam o questionamento que leva à inevitável conclusão: Eu posso ser melhor.

Eu conheço um anjo-humano.

Um anjo cuja missão foi levar alegria à vida dos que foram presenteados com sua convivência.

Nosso contato foi interrompido. Não questiono as razões.

A saudade será enorme, mas, não direi adeus.

Despeço-me – por hora, dizendo apenas...


Carinhoso beijo e até um dia, DORINHA.

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